São coisas do passado
que embrulham o presente
São juras irrestritas,
irreais...
Dilacerando o meu peito
Confundindo os meus passos
Me apertando em abraços
que me roubam a paz
E que me soltam em abismos
Em abismos prá nunca mais
* * *
São coisas que vêm à tona
e que detonam bombas
Humilhas, fustigas,
zombas...
Vê o que sobrou de mim
Vê que pobre molambo
Nesse boteco dançando um tango
no reino do faz de conta
E agora é tarde meu bem
Meu olho em outro desconta
1986
que embrulham o presente
São juras irrestritas,
irreais...
Dilacerando o meu peito
Confundindo os meus passos
Me apertando em abraços
que me roubam a paz
E que me soltam em abismos
Em abismos prá nunca mais
* * *
São coisas que vêm à tona
e que detonam bombas
Humilhas, fustigas,
zombas...
Vê o que sobrou de mim
Vê que pobre molambo
Nesse boteco dançando um tango
no reino do faz de conta
E agora é tarde meu bem
Meu olho em outro desconta
1986

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