24 de janeiro de 2009

Até o final

Inunda, escorre e vibra
Prenhe, explode em vida
Imunda em porre eterno
Preenche, mas sempre terno

Exausto, acolhe o outro
Preso, implode morto
Enxuto, enfermo e crente
É vazio, mas morre gente

Motivado, recolhe os cacos
Amado, amanhece intacto
Bruto, esmaga as flores
De luto, se retorce em dores

Se o início é triste
seu olhar insiste
o pavor persiste
mas o amor resiste

2007

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Quem sou eu

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Niterói, Rio de Janeiro, Brazil
Nasci em 1962, sou casado, tenho dois filhos e adoro simplicidade. Formado em Jornalismo, sempre gostei de brincar com as palavras, de tirar delas o som, o sentido não exposto, o sentimento.