7 de janeiro de 2009

Quem disse?

Num mundo de amor te envolvi
e no mesmo instante da dor me esqueci
Ver teus olhos brilhando assim
foi prá mim
a recompensa que tanto pedi

Numa redoma de vida a você me prendi
e no exato momento o ex-amor vi partir
Ver teu peito arfando assim
foi prá mim
a esperada alegria de paz prá dormir

Num cenário de cores tão vivas vivi
e então nesse instante, feliz, aprendi
a ouvir o teu corpo chamando por mim
Foi assim
que te vi como a estrela que guia a seguir

Quem que disse que a paz não se pode atingir?
Quem te disse que o amor não está nem aí?
Se eu mesmo ao teu lado uma noite dormi
É, foi sim...
E é pena que o sol já vem vindo e que você tem partir

2008

Um comentário:

Anônimo disse...

Quem disse que não dá ?
Agora, de férias forçadas, você já pode dar tratos a bola e escrever um poema sobre aquele homem, alfaiate de profissão, um tal de Seu Teixeira, que escolheu trabalhar com liberdade onde outros homens tiravam anos de folga, num ócio nada criativo.
Que tal ?
O texto será a semente da "story line" (uma história contada numa linha), que será a semente do argumento, que será a semente do roteiro do longametragem, que vai germinar na tela.
"O alfaiate e os prisioneiros" como título da uma obra encomendada.
Mãos à obra!

Quem sou eu

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Niterói, Rio de Janeiro, Brazil
Nasci em 1962, sou casado, tenho dois filhos e adoro simplicidade. Formado em Jornalismo, sempre gostei de brincar com as palavras, de tirar delas o som, o sentido não exposto, o sentimento.