Eu e ela somos um par
Um paralelo
Quem sabe a gente se vê no infinito
Quem sabe o paraíso é belo
Ela e eu somos um só
Um só descaminho
Mas quem sabe a gente bate de frente
Quem sabe tira um fininho
Eu e ela somos a parte da Via Láctea
que ninguém penetrou
Quem sabe a gente se descobre
Quem sabe Deus puxa o cobertor
Ela e eu fomos santificados
Mas vai devagar com o andor
Quem sabe o santo é de barro
Ou quem sabe é falso o pastor
Nós dois somos a peça
que o destino pregou
Quem sabe a gente se esquece
Quem sabe ela fica e eu vou
1986
Um paralelo
Quem sabe a gente se vê no infinito
Quem sabe o paraíso é belo
Ela e eu somos um só
Um só descaminho
Mas quem sabe a gente bate de frente
Quem sabe tira um fininho
Eu e ela somos a parte da Via Láctea
que ninguém penetrou
Quem sabe a gente se descobre
Quem sabe Deus puxa o cobertor
Ela e eu fomos santificados
Mas vai devagar com o andor
Quem sabe o santo é de barro
Ou quem sabe é falso o pastor
Nós dois somos a peça
que o destino pregou
Quem sabe a gente se esquece
Quem sabe ela fica e eu vou
1986

Um comentário:
Olá Garnier, que prazer revê-lo. Sempre te via na redação do Fluminense nos idos de 90 para conseguir espaço de divulgação das ações da LBV em Niterói e sempre fui muito bem atendida por você e sua equipe, dos quais guardo muito carinho e gratidão. Gostei muito do poema, traz a sensibilidade da alma de quem ama.
Abs, quando puder acesse meu blog também,
Simone Barreto
http://www.simonefbarreto.blogspot.com/
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